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terça-feira, 8 de outubro de 2013
Mudamos a nossa hospedagem para o wordpress!!!
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sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Morfologia e Função dos Leucócitos
Morfologia e Função dos Leucócitos
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| Neutrófilos |
Polimorfonucleares (granulócitos), os neutrófilos são células sanguínea multilobulada, contendo de 2 a 5 lobos e citoplasma ligeiramente ácido com granulações finas de coloração rosada. São os mais numerosos circulantes na corrente sanguínea, seu tempo estimado de vida na corrente circulatória é de aproximandamente 7 a 8 horas, distribuindo-se nos tecidos corpóreos de forma aleatória.
Seu papel principal é atuar na defesa do organismo contra processos infecciosos. Realizam a digestão de microorganismos, possuem ação bactericida, são estimulados por quimiotaxia e dotados de boa mobilidade.
As granulações encontradas em seu citoplasma são ricas em enzimas e são produtores de radicais livres.
Quando associados a processos inflamatórios ou infecciosos, os neutrófilos podem exibir vacúolos, granulações tóxicas e corpúsculos de Dohle.
A população aumentada de neutrófilos no sangue é denominado neutrofilia, que pode ser primária quando é resultante de alterações intrínsicas da célula progenitora como no caso das doenças mieloproliferativas ou secundárias e reacionais como nos caso das infecções sistêmicas ou localizadas, os processos inflamatórios incluem artrite reumatóide, gota e colagenoses.
Da mesma forma, o declínio acentuado (absoluto) da população de neutrófilos é denominada neutropenia, se não genética está associada a determinadas infecções como rubéola, gripe, mononucleose, febre tifóide e malária, medicação tóxica ou anemia megaloblástica.
Na próxima edição será discutido temas como desvio à esquerda, desvio à direita, anomalia de Pelger-Huet, anomalia de May-Hegglin, anomalia de Chediak-Higashi, anomalia de Alder-Reilly.
Fonte: Azevedo, M. Hematologia Básica. 4ª edição. Editora Luana
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Mapeamento dos Sinais Sociais
A Revista Scientific American produziu esse interessante video, onde identifica os sinais sociais, ou seja, quais áreas do cérebro ativamos para nos comunicarmos.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Instrumentação Biomédica
Citometria de Fluxo
A citometria de fluxo é uma grande aliada ao laboratório clínico, trata-se de uma ferramenta que realiza a análise de partículas que podem ser : células, componentes celulares ou material não celular. A aplicação mais frequente é na imuno-hematologia, oncologia e farmacologia.
As partículas são suspensas em meio-liquido e são encaminhadas a um sistema laminar de fluxo contínuo que passam uma a uma frente a um feixe de laser. A luz que se dispersa, em ângulo determinado, identifica tamanho e granularidade da partícula, essas medidas são utilizadas para separar populações celulares.
Os parâmetros que podem ser medidos :
A citometria de fluxo é uma grande aliada ao laboratório clínico, trata-se de uma ferramenta que realiza a análise de partículas que podem ser : células, componentes celulares ou material não celular. A aplicação mais frequente é na imuno-hematologia, oncologia e farmacologia.
As partículas são suspensas em meio-liquido e são encaminhadas a um sistema laminar de fluxo contínuo que passam uma a uma frente a um feixe de laser. A luz que se dispersa, em ângulo determinado, identifica tamanho e granularidade da partícula, essas medidas são utilizadas para separar populações celulares.
Os parâmetros que podem ser medidos :
- volume
- complexidade morfológica celular
- pigmentos celulares
- DNA e RNA
- Cromossomos (análise e classificação)
- proteínas, antígenos, marcadores (ex. CD8)...
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
IMUNIDADE INATA
A imunidade inata está presente em todos os indivíduos normais, tem o mesmo mecanismo de expressão ao agente agressor, a cada nova exposição do hospedeiro. A eficácia da imunidade inata é fortemente relacionada pelas condições fisiológicas do hospedeiro, como estado nutricional, a idade, os níveis hormonais e a condições de exposição ao stress. Trata-se de um sistema inespecífico de defesa imunológica.
Além disso, a imunidade inata é mediada por um número limitado de receptores de reconhecimento de padrões (PRRs). São esses receptores que reconhecem outros semelhantes, como os lipopolissacarídeos (LPS) que estão presentes na paredes bacterianas, como não próprias, produzindo resposta.
Os mecanismos efetores da imunidade inata incluem :
- barreiras mecânicas: pele,muco, micção, espirro
- barreiras quimicas: pH vaginal, estomacal, lisozima nas secreções
- barreiras microbianas: microbita normal
- produtos solúveis secretados por células: citocinas e quimiocinas
- proteínas séricas: complemento, cininas, reagentes de fase aguda, sistema de coagulação
- células inflamatórias: mastócito, basófilo, monócito e neutrófilo
- células efetoras fagocíticas: neutrófilo e macrófago e citotóxicas natural killer e eosinófilos
Policitemia Vera , Relativa ou Absoluta ?
Policitemia é o termo usado como referência ao aumento na concentração dos eritrócitos circulantes que está acima do normal para determinado sexo e idade.
Diversas são as condições que podem levar ao aumento do hematócrito, após avaliação da massa globular dos eritrócitos circulantes, as policitemias podem receber a classificação seguinte:
Fonte: http://emedicine.medscape.com/article/205114-workup#showall (visto em 29/09/13)
Tourgeon,M .Clinical Hematology, Theory & Procedures. 5 Edition. Editora Wolters Kluwer
Azevedo, Maria Regina. Hematologia Básica. 4 Edição. Editora Luana
Diversas são as condições que podem levar ao aumento do hematócrito, após avaliação da massa globular dos eritrócitos circulantes, as policitemias podem receber a classificação seguinte:
- Policitemia relativa : quando há redução no volume do plasma. Esta condição pode ser resultado de desidratação ou por perda de fluidos corporais, sem acarretar mudanças na massa eritrocitária. Essa hemoconcentração ocorre em queimaduras, choques, diarréia, sudorese intensa e em elevadas altitudes.Podendo ser aguda (relacionada a perda de líquidos corporais) ou crônica (relacionadas a volume plasmático anormalmente baixo).
- Policitemia absoluta: também denominada secundária, é resultante de hipóxia tecidual nas malformações cardíacas e vasculares onde há mistura de sangue arterial periférico sem suprimento necessário de oxigênio, levando a hipóxia tecidual e consequente estímulo da eritropoese; de distúrbios pulmonares, devido a inadequada oxigenação nos pulmões, havendo saturação de oxigênio arterial diminuída; nas grandes altitudes, com eritrocitose devido a tensão de oxigênio diminuída. Além da hipóxia, fatores como secreção excessiva de hormônios antidiuréticos e esteróides, que levam a retenção de líquidos, aumentando a volemia sanguínea, nos edemas cerebrais ou congestão pulmonar. Também nos distúrbios da hemoglobina e associada com a produção inapropriada de eritropoietina. A Policitemia absoluta também pode ser resultante de determinadas heranças genéticas autossômicas.
- Policitemia Vera: é resultante de expansão clonal de curso crônico, considerado um distúrbio mieloproliferativo, que ocorre com aumento de eritrócitos, leucócitos e plaquetas acompanhados de esplenomegalia.
O exame de escolha para a diferenciação da policitemia é a punção da medula óssea.
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| Bone marrow film at 400X magnification demonstrating dominance of erythropoiesis. Courtesy of U. Woermann, MD, Division of Instructional Media, Institute for Medical Education, University of Bern, |
Fonte: http://emedicine.medscape.com/article/205114-workup#showall (visto em 29/09/13)
Tourgeon,M .Clinical Hematology, Theory & Procedures. 5 Edition. Editora Wolters Kluwer
Azevedo, Maria Regina. Hematologia Básica. 4 Edição. Editora Luana
domingo, 29 de setembro de 2013
sábado, 28 de setembro de 2013
Próxima aula aberta
Sobre qual disciplina você gostaria de ver por aqui?
a) hematologia clinica
b) biologia molecular
c) imunologia
Vote!
a) hematologia clinica
b) biologia molecular
c) imunologia
Vote!
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Líquido Sinovial
Líquido Sinovial
O líquido sinovial consiste em uma substância viscosa, similar à clara de ovo, que lubrifica a maioria das articulações. Sua análise pode auxiliar no diagnóstico de doenças articulares.
Fisiologia e Composição
Todas as articulações do esqueleto humano, com exceção daquelas de suporte de peso, recebem revestimento membranoso denominado sinovial. A membrana sinovial produz a sinóvia ou líquido sinovial. Este sistema forma uma cápsula fluídica que alcochoa as diartroses, facilitando a locomoção e impedindo que haja atrito entre os ossos. A cáspsula sinovial é revestida por uma camada de tecido conectivo de colágeno que a envolve.
O líquido sinovial é um ultrafiltrado ou dialisado de plasma que contém níveis de glicose e ácido úrico equivalentes aos do plasma. A concentração de proteínas é baixa àquela do plasma.
Testes Laboratoriais
Os testes laboratoriais observam volume, cor e limpidez, viscosidade, coagulação e o coágulo de mucina ou teste de Ropes.
Os testes químicos quantificam as proteínas, glicose, ácido úrico, ácido lático, desidrogenase láctica e o fator reumatóide.
O exame microscópico faz a contagem das células e sua diferenciação, presença de cristais.
Também são efetuados exames microbiológicos.
O líquido sinovial consiste em uma substância viscosa, similar à clara de ovo, que lubrifica a maioria das articulações. Sua análise pode auxiliar no diagnóstico de doenças articulares.
Fisiologia e Composição
Todas as articulações do esqueleto humano, com exceção daquelas de suporte de peso, recebem revestimento membranoso denominado sinovial. A membrana sinovial produz a sinóvia ou líquido sinovial. Este sistema forma uma cápsula fluídica que alcochoa as diartroses, facilitando a locomoção e impedindo que haja atrito entre os ossos. A cáspsula sinovial é revestida por uma camada de tecido conectivo de colágeno que a envolve.
O líquido sinovial é um ultrafiltrado ou dialisado de plasma que contém níveis de glicose e ácido úrico equivalentes aos do plasma. A concentração de proteínas é baixa àquela do plasma.
Testes Laboratoriais
Os testes laboratoriais observam volume, cor e limpidez, viscosidade, coagulação e o coágulo de mucina ou teste de Ropes.
Os testes químicos quantificam as proteínas, glicose, ácido úrico, ácido lático, desidrogenase láctica e o fator reumatóide.
O exame microscópico faz a contagem das células e sua diferenciação, presença de cristais.
Também são efetuados exames microbiológicos.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Manifestações clínicas das Doenças Renais
Algumas patologias renais podem ser esclarecidas e acompanhadas pelo médico durante o exame de urina tipo I, daí a importância de um exame bem feito e preciso.
Abaixo as principais síndromes renais, sucintamente resumida:
Abaixo as principais síndromes renais, sucintamente resumida:
- Síndrome Nefrítica Aguda: É uma síndrome glomerular que apresenta início agudo de hematúria visível e normalmente macroscópica(hemácias na urina), proteinúria de ligeira a moderada acompanhada de hipertensão; esta é uma típica manifestação da glomerulonefrite pós-estreptocócica aguda.
- Síndrome Nefrótica: apresenta concentrações elevadas de proteínas na urina (mais de 3,5g diárias), hipoalbuminemia, edema acentuado, hiperlipidemia e lipidúria (lipídios na urina).
- Proteinúria ou hematúria assintomática: combinadas ou individuais são patologias presentes em anormalidades renais sutis e ligeiras.
- Insuficiência Renal Aguda: dominada por oligúria ou anúria (ausência de fluxo urinário), com recente início de azotemia. Causa lesões glomerulares, lesão intersticial ou necrose tubular aguda;
- Insuficiência Renal Crônica: prolongada uremia.
- Defeitos Tubulares Renais: dominados por poliúria(formação excessiva de urina), nictúria e distúrbios eletrolíticos.
- Infecção do Trato Urinário: caracterizado por bacteriúria e piúria (bactérias e leucócitos na urina). A infecção pode afetar apenas os rins (pielonefrite) ou a bexiga (cistite), sendo assintomáticas ou não.
- Nefrolitíase(cálculos renais): apresenta-se com cólicas renais, hematúria, cristais na urina.
A Urinálise no seu local de trabalho será automatizado?
Torna-se cada vez mais comum a automação na etapa da microscopia do exame de urina, não apenas como auxiliar na detecção e diferenciação do sedimento urinário, como também para a padronização entre os técnicos que realizam o exame. Além de reduzir consideravelmente o tempo de execução do exame, torna-o mais preciso para o diagnóstico clinico.
Existem inúmeras marcas de sistemas automatizados de exames de urina, as escolhas variam entre leitores de tiras reagentes automáticos, leitores de tiras reagentes semi-automáticos, analisadores do sedimento urinário automático e aqueles que realizam os dois processos.
Ainda existe alguma resistência por parte dos profissionais para a automação deste setor, uma vez que se observam imagens estáticas (fotos) do analito, o que ainda para olhos sem treinamento são confusos e contraditórios. Mas os resultados são realmente atrativos (eu mesma posso garantir), embora em alguns casos ainda seja necessário a confirmação do exame manualmente seguindo antigos protocolos.
Hoje eu opero um similar a esse.
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